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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


Evitando a igreja dos desesperados ou ele?

Não sei se o que faço é pro meu bem ou pra evita-lo. Hoje decidir parar- por um período- as  minhas noitadas assim será melhor, melhor? Pra mim ou pra ele? Lá vem eu falar dele novamente, é, não exatamente dele mas do que estou sentindo nesse exato momento, mas como descrever se o que me aflige está tão confuso que mau consigo expô-los .

Todos fins de semana recebo convites pra sair, porém os mesmos sempre, o mesmo local, na mesma hora, e as mesmas pessoas e obvio ele também dará sua “ilustre” presença, chego a me incomodar com tamanha monotonia que isso já se tornou, as vezes me pego cheio, cheio de ir pra aquele lugar, cheio de mim, cheio dele,  as vezes não me suporto- baixou a Martha Medeiros. Rs- Chego a pensar  que de fato não sou normal. Me bateu uma pergunta essa noite, eu não vou mas pra balada por que eu não quero, ou pra não vê-lo? Eu vou evitar encontra-lo quem sabe assim ele sente minha falta, falta de quem, a minha? Acho que sou mesmo de outro mundo só estou esperando o dia de voltar a marte.

Tantas coisas acontecendo a minha volta e eu preocupado  se vou ou não retornar ao refúgio dos aflitos, a igreja dos desesperados, a noite dos tristes  só pra mostrar que sou mais eu, que ele não me importa- que deus fechou uma janela, mas há de abrir uma porta- quanta infantilidade pra uma pessoa só não? Enquanto estou aqui escrevendo, ele deve está se preparando pra mais uma noite clichê como tantas outras que já se foram e que ao de vim, mas o que eu tenho haver com a vida dele? Nada, e por que agora essa preocupação, ele nunca se importou se eu  vou ou não pra noitada, que diferença iria fazer pra ele? Logico que nenhuma- mas pra dona, um dinheirinho a mais nunca é ruim.

Só um minutinho-tomar um copo com água e açúcar pra acalmar.
....
Opa!! O que estou a fazer escrevendo? A novela das 9 (Nove) já começou, não posso parar de fazer o que gosto por causa dele, e outra tem um mundo lá fora pra ser vivida, tenho ruas pra andar, livros pra comprar-devorar- tenho gente pra ver-conhecer- amigos pra conversar-desabafar, tantas coisas que não pode se resumir a ele, nem a  boate, pois são desejos corriqueiros, é bom enquanto dura, mas sabemos que nada dura pra sempre.

Vou parar de ir ao meu mundo fantástico ele não existe, não posso comprar entrada pra minha felicidade, pois todos sabem que a felicidade é passageira e momentânea. É bom ficar nesse universo de êxtase, euforia que parece não acabar, mas nem isso está a me dopar, pois além de reencontra-lo,  ao acordar vou ver uma faixa bem grande escrita: Seja bem vindo a realidade, e que de nada adiantou, apenas mais uma noite que se passou, agora volte para seus dias, seus problemas e suas alegrias, acorde pois tudo que viveu na noite anterior  é fantasia, mas não se preocupe que a boate e a presença dele estará na próxima semana a te aguardar. A TE ATORMENTAR.

Amar é?

Se certo dia alguém te fizesse essa pergunta, qual seria a primeira palavra que viria a sua cabeça, existe de fato uma definição aplaudível para essa palavra AMOR?

Amar é..

Paciência, até porque não existe a pessoa certa nas nossas vidas, certo? Paciência se o amor é meio desajeitado nas palavras, um pouco baixinho demais (ou alto), dar um ar de infantilidade em algumas ocasiões, se nos deixa irritado com alguns gestos, alguns olhares indesejáveis. Paciência, ninguém nasce perfeito, quem dera o amor.

Companhia e amizade, ponto de partida para obter um relacionamento duradouro, até porque é isso que procuramos nos nossos respectivos amores, amizade para dizer o quanto o dia foi estressante com o patrão, ainda pegou um engarrafamento enorme, porém não parava de ouvir a musica que embala vários dias dos dois e que era suficiente para se acalmar. Companhia é isso dividir as alegrias, tristezas, problemas-mesmo que ele não possa resolver. Cumplicidade acima de tudo.

Materialismo, seria hipocrisia de minha parte afirmar que não existe aquele amor por casas, carros e pessoas ricas, se não, não existira aquele velho  ditado golpe do baú que geralmente ouvimos em novelas, alguns demoram a raciocinar que  fazemos parte de uma grande encenação chamada vida  e que casos assim existem, porém não vou pluralizar, com certeza o amor pode atar seus laços entre  pessoas de classe baixa e alta, por que não? Já assistimos casamentos de príncipes com plebeias. O amor às vezes nos pregar peças.
Iludimento, as vezes sonhamos com um amor ideal, aquele dos contos de fadas que o príncipe vem no alazão, ou aquela princesa que está no alto da torre pronta pra jogar suas tranças, e assim terminar no feliz para sempre,  porém nas mesmas vezes que sonhamos com esse amor sabemos que ele pode nos enganar completamente, o príncipe pode esta vindo a pé porque não tem condições pra comprar um belo e forte alazão, enquanto isso vai aparecendo alguns que se dizem príncipes mas que não passam de tremendos amadores, e aquela princesa pode ter o cabelo bem curtinho e é nômade- vive se mudando- dessa forma complica o tal sonhado encontro. Chegamos a perder as esperanças e acreditar que o amor não existe, mas não desista por mas machucado que você se encontre, pois o amor- o seu amor- pode esta em qualquer lugar apenas abra bem os olhos e  o seu coração para vive-lo.

Sublime, o amor é mesmo um sentimento grandioso e magnifico, capaz de gritar aos quatro cantos da terra o quanto é feliz quando se está amando, fazem coisas inexplicáveis,  sujeitos as mais patéticas situações, mas quem liga pra isso, nada é tão imenso  quanto essa sensação de amar e ser amado (a).  O amor é o equilíbrio de tudo, com ele chegamos ao topo do regozijo.

Sexo, existe coisa mas bela que a consumação de um casal que está amando? A pele, o beijo, o suor, as palavras, a ousadia, o toque da carne. O sexo é o caminho para manter o amor, é o ápice do prazer. É dois seres em plena sintonia. Sexo é santo, é o mas intimo e mais precioso que se pode dar, por isso nada de prazeres falsificados isso não levar a lugar nenhum.  Amor é se entregar de corpo e alma.

Medo, medo da despedida, de ser rejeitado, de não  assumir o quanto o ama com medo de perde-lo (a), medo do desencontro, dos costumes, das novidades. Sentimos  tanto medo que chega a doer, mantem  em cativeiro esse sentimento que ao invés de fazer o bem, consome, aflige e vai se desgastando aos poucos. Por isso tenha coragem suficiente para enfrenta-lo, pois na despedida de um amor pode se abrir um leque de  oportunidades para conhecer outros-  e a vida sempre continua.  Medo de assumir e perde um amor não existe, o amor é como duas metades da laranja, se não foi dessa vez  sem problemas  ainda se tem uma longa jornada  a frente pra encontrar. Desencontros  entre o amor pode acontecer, mas paciência, surgiram outras oportunidades, se duas pedras podem se cruzar um dia por que não o amor? Dos costumes só uma coisa, quando o amor se acaba sentimos falta daquela xicara com café e leite, do perfume, do guarda roupa cheio, porém quando o amor surge velhos costumes são esquecidos e adaptações para esse novo amor são feitos. Nunca é fácil dar um passo para o novo, mas convenhamos que quem vive de passado é museu, por isso nada de receios, as novidades na maioria das vezes são momentos inesquecíveis e de grande aprendizagem. O amor é uma boa dosagem de xarope.

Saudade, amar é saudade? Sentimos saudades das  pessoas, dos momentos de alegria, dos amores, das fantasias, saudades de comidas, dos cheiros, da casa. Enfim.. sentimos saudades de tudo que possamos ter, mas do amor não, por que o amor não vai embora, apenas envelhece como a gente.