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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Cale-se!
Esqueça o que passou
As velhas palavras
O abatido amor.
Pare!
Não corra
Não se apresse
Não me acompanhe
Me esquece.
Veja!
Que nada ficou, apenas restos, migalhas da dor.
O que sentia foi arrancado como uma flor
Que era vistosa aos olhos e agora murchou.
Não te perdoarei
Por cada lágrima irraizada que brotou
Pelos pesadelos, e o poço que você me jogou.
Cuidado!
Não ultrapasse
Não se atreva
Não responderei por mim
Caso reapareça.

"Nada ficou no lugar. Eu vou enganar o diabo. E violentar o seu rosto
Eu quero roubar no seu jogo..." 

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